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Também conhecido entre a ciência médica como Transtorno Cíclico da Ansiedade, o ataque de pânico é um dos problemas mais comuns na sociedade moderna.

As crises surgem quando os níveis de ansiedade se elevam mediante lembranças negativas de um fato que gerou extremo desconforto psicológico. Os profissionais que atuam na recuperação de traumas associados aos transtornos de pânico afirmam que todos os episódios estão relacionados à primeira crise.

Para melhor compreensão do tema, selecionamos algumas alternativas para auxiliar na superação do medo e dos sintomas típicos dessa doença. Acompanhe!

O que caracteriza um ataque de pânico?

O transtorno do pânico é uma doença caracterizada pela ocorrência de eventos repentinos, inesperados — e de certa forma, até inexplicáveis — de ataques de ansiedade aguda. Tais episódios são marcados por muito medo, angústia e desespero que afetam o organismo como um todo.

Geralmente, os ataques de pânico têm curta duração, mas os seus efeitos, se não adequadamente tratados, podem perdurar por muitos anos. Dentre os reflexos negativos desse mal destacam-se o desequilíbrio emocional, o medo de enlouquecer e a sensação de morte iminente.

A primeira crise pode surgir sem causa aparente e em qualquer fase da vida. Mas, quase sempre, as primeiras manifestações do problema aparecem na adolescência ou entre adultos jovens. Vale destacar que o transtorno do pânico pode surgir até mesmo durante o sono.

Pessoas que sofrem com esse problema vivem em constante estado de tensão e de ansiedade porque não sabem exatamente quando as crises podem acontecer. Essa falta de controle gera muita dor psicológica, sofrimento e uma angústia que parece não ter fim.

Entretanto, a boa notícia é que existem diversos tratamentos para restabelecer a saúde emocional e a segurança necessária a um convívio social mais harmônico. Basta procurar ajuda o quanto antes e escolher a terapia mais adequada para superar os ataques de pânico.

Quais os sintomas associados à crise de pânico?

A crise de pânico segue um determinado padrão de gênero e afeta mais a classe feminina. Essa maior incidência entre as mulheres se justifica pelas características relacionadas aos fatores hormonais. Tanto que no período fértil da vida há uma maior frequência de casos.

Outra questão decorrente do problema são os quadros de depressão: os pacientes com crises de pânico mais constantes têm mais tendência à crise depressiva. Além desses, outros sintomas típicos dessa doença são:

  • sensação de desmaios, tonteira, vertigem e náuseas;
  • dor de cabeça, de estômago e desajustes intestinais;
  • aumento dos batimentos cardíacos e palpitações;
  • sensação de estranheza ao ambiente local;
  • calor excessivo alternados com calafrios;
  • palidez extrema ou vermelhidão da face;
  • medo de morrer ou incerteza do futuro;
  • dor no peito e angústia profunda;
  • sudorese, tremores e falta de ar.

O que fazer mediante um ataque de pânico?

Os ataques de pânico atingem, em geral, os indivíduos portadores de transtornos de ansiedade, já que existe uma grande influência do descontrole emocional sobre o início dos episódios de pânico. Isso ajuda a entender a relação de causa e efeito entre esses problemas.

Assim, a maioria dos eventos ocorre mediante situações de extremo estresse provocado por lugares, pessoas, circunstâncias, coisas ou lembranças desagradáveis de questões mal resolvidas.

Para ajudá-lo a contornar as principais dificuldades resultantes do ataque de pânico e amenizar os seus efeitos, conheça, agora, importantes sugestões.

Procure manter a calma

A fim de controlar a situação, a agitação e o nervosismo devem ser controlados quando surgirem as crises de pânico. Sendo assim, o paciente ou a pessoa que está próximo dele precisa manter a calma. Sentar ou deitar até conseguir o alívio dos sintomas é uma medida benéfica para minimizar os efeitos do problema.

Controle a respiração

Inspirar e expirar lentamente ajuda a renovar o oxigênio pulmonar e pode auxiliar no alívio das sensações negativas comuns aos ataques de pânico. Promover esse controle da respiração é essencial nesses momentos de crise.

Tal medida estimula a força mental exigida para vencer a ansiedade, bem como os efeitos colaterais experienciados durante esses eventos. Logo, controlar a respiração sinaliza condições de dominar também os aspectos que envolvem os fatores emocionais.

Utilize técnicas de distração

Uma das alternativas para superar o transtorno do pânico é a utilização de técnicas de distração. As mais recomendadas são uma conversa tranquila, uma música suave, palavras de conforto, um abraço amigável ou a promoção do relaxamento por meio de massagens corporais que produzem a calma.

Tente identificar o real problema

Procure diferenciar a ansiedade normal do transtorno de pânico. A primeira é essencial para enfrentar os perigos reais do cotidiano e adquire, de certa forma, uma conotação protetora. Assim, é fundamental identificar o real problema para encontrar a melhor solução.

Nas situações comuns, assim que os desafios são vencidos, vem o sentimento de alívio e de tranquilidade. Porém, a crise de pânico resulta de uma ansiedade patológica, desproporcional, fora do comum e que exige a máxima atenção.

Justamente por isso, essa doença precisa ser tratada para amenizar o sofrimento e não afetar o desempenho das atividades rotineiras das pessoas acometidas por esse mal.

Por que é importante procurar ajuda profissional?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a estatística da doença preocupa bastante a saúde pública mundial. E, por aqui, os dados são alarmantes: o Brasil é o país com a maior taxa de transtornos de ansiedade do planeta.

Ainda que causem grande desconforto, os sintomas de uma crise de pânico duram apenas alguns minutos. Porém, para o indivíduo que enfrenta esse problema, o sentimento de desespero pode alcançar dimensões inexplicáveis.

Mesmo que, nos momentos de crise, essas sensações não coloquem em risco a vida da pessoa, podem provocar graves danos mentais e físicos. Diante da complexidade que envolve essa questão, é necessário buscar ajuda com especialistas a fim de superar esse problema.

Logo, não basta apenas conhecer as causas, os sintomas e as características relacionadas ao ataque de pânico. Igualmente importante é procurar um adequado tratamento a fim de recuperar a saúde, restaurar o equilíbrio emocional e promover a qualidade de vida dos pacientes.

E então, gostou das dicas para superar um ataque de pânico? A Hipnoterapia é muito eficaz no tratamento da síndrome do pânico. Qualquer pessoa pode se submeter ao método, mas é fundamental fazer uma avaliação inicial para compreender se a hipnose será um complemento ao tratamento ou a principal solução para resolver esse problema. O presidente da Sociedade InterAmericana de Hipnose (SIAH), Valdecy Carneiro, desenvolveu o Protocolo Carneiro para Síndrome do Pânico, tratamento que tem demonstrado eficácia em 90% dos casos em que foi aplicado, realizado em apenas três sessões.

Quer entender mais sobre o Protocolo Carneiro para Síndrome do Pânico, hipnose e outras terapias? Entre em contato conosco para descobrir o uso desses métodos, suas eficácias, casos de tratamentos bem-sucedidos, entre outras informações!

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