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Fobia social: conheça essa doença e como tratá-la

Existem diversos níveis de timidez. Há quem tenha vergonha de falar para um grande público. Outros têm dificuldade para fazer novos amigos ou expressar sua opinião em voz alta numa reunião de trabalho.

Porém, existem casos em que qualquer mínima interação social já é motivo de sofrimento. Descubra o que é fobia social, os sintomas dessa doença e os principais tipos de tratamento. E o mais importante: saiba que é possível vencer o medo, recuperar a qualidade de vida e ser feliz!

O que é fobia?

Antes de falar especificamente sobre fobia social, é necessário entender o que é fobia. De um modo geral, é um medo exagerado, irracional e incontrolável. O fóbico sofre antes mesmo de ter contato com o que lhe causa pavor. Ou seja, a simples possibilidade de enfrentar determinada situação já é o bastante para desencadear diversos sintomas físicos e psicológicos.

Tipos de fobia

Existem diversos tipos de fobias. Entre os principais, estão:

  • claustrofobia (medo de locais fechados);

  • aracnofobia (medo de aranhas);

  • zoofobia (medo de animais);

  • acrofobia (medo de altura);

  • glossofobia (medo de falar em público);

  • hematofobia (medo de sangue);

  • tanatofobia (medo da morte);

  • aerofobia (medo de voar);

  • fobia social (medo de interagir com outras pessoas).

Neste artigo, vamos nos concentrar nesse último tipo, a fobia social. Entenda mais sobre o que ela é como controlar esse medo!

O que é fobia social?

Entre os principais tipos de fobia está a social. Também conhecida como transtorno de ansiedade social, está ligada ao medo de se relacionar com pessoas, principalmente as desconhecidas. É uma espécie de timidez excessiva. Normalmente, quem sofre desse transtorno tem medo de ser avaliado negativamente.

Além disso, normalmente esse tipo de fóbico toma como referência apenas exemplos negativos. E, desse modo, passa a evitar determinadas situações. Para entender melhor, veja exemplos de situações que normalmente causam pânico em pessoas que sofrem dessa doença:

  • interação com o professor ou outros alunos em uma sala de aula;

  • um desconhecido iniciar uma conversa em locais corriqueiros como um elevador, uma cafeteria ou sala de espera;

  • reuniões ou encontros com pessoas que não são do convívio social;

  • entrevista de emprego;

  • uma simples consulta médica;

  • beber ou comer em público.

A fobia social pode ser classificada como generalizada, ou seja, quando o paciente tem medo do contato com outras pessoas de uma forma geral. Nesse caso, a pessoa teme toda e qualquer situação que envolva interação social. Por outro lado, a fobia social pode ser considerada restrita, que é quando a crise se desenvolve apenas em casos específicos.

As causas podem estar relacionadas a momentos traumáticos vividos ainda na infância. Em outros casos, pode ter sido motivada pela criação, pelo ambiente familiar, por bullying, por experiências de rejeição ou ainda pode não haver um motivo aparente. Além disso, pode estar relacionada à amígdala cerebral, no sistema límbico, que é a parte do cérebro responsável por controlar as emoções como o medo. Dependendo do grau de atividade, a pessoa pode apresentar mais ou menos problemas de relacionamento pessoal.

Quais os sintomas?

Enquanto a maioria das pessoas sente apenas uma ansiedade moderada diante, por exemplo, de uma entrevista de trabalho, o fóbico sofre com efeitos mais intensos e exagerados. Geralmente, quem sofre de fobia social apresenta os sintomas por um período superior a seis meses.

Veja algumas das principais reações físicos e psicológicas:

  • taquicardia;

  • boca seca;

  • tremores;

  • sudorese;

  • voz trêmula;

  • bloqueio mental;

  • esquecimento;

  • gagueira;

  • náuseas;

  • tontura;

  • tensão muscular;

  • desconforto;

  • medo;

  • autojulgamento;

  • preocupação excessiva;

  • pensamentos negativos;

  • ansiedade.

Existe tratamento para a fobia social?

A doença pode comprometer gravemente não só a vida pessoal, mas também profissional. Pois, na tentativa de evitar supostos constrangimentos ou humilhações, o indivíduo busca o isolamento, distanciando-se do convívio social. O fato é que esse medo excessivo pode acompanhar uma pessoa por toda a vida. Por isso, o tratamento é indispensável.

O primeiro passo é o diagnóstico correto e preciso. Assim, a recomendação é a busca por ajuda psicoterapêutica. Não existe um exame laboratorial que possa detectar esse tipo de problema. Somente um psicólogo ou psiquiatra é capaz de chegar a uma conclusão, após uma análise detalhada do paciente.

Existem diversos caminhos para a recuperação. A terapia cognitivo-comportamental é um deles. Durante as sessões, o profissional tentará entender a causa do problema e trabalhará a autoconfiança, o desenvolvimento de pensamentos positivos e a elevação da autoestima.

O chamado tratamento com realidade virtual também é uma alternativa. Nesse caso, o paciente é submetido à técnica da exposição, ou seja, levado a reviver a situação que lhe causa medo. Isso pode ser feito com a ajuda de imagens tridimensionais no computador ou simplesmente por meio da imaginação.

Outro tratamento bastante rápido e eficaz é a hipnoterapia. A técnica consiste em ensinar o paciente a obter o controle da própria mente. Isso é feito por meio do transe, uma espécie de estado avançado da concentração. A partir daí, é possível trabalhar a timidez, eliminar os pensamentos negativos e voltar a se sentir seguro diante das situações que antes causavam medo. Além disso, bons hipnoterapeutas sabem como criar estímulos neuroassociados (âncoras), que geram a informação sensorial adequada e informam essa sensação através dos circuitos neurais, durante o estado de transe.

Como controlar o medo?

Independentemente do tratamento, existem algumas dicas que podem ajudar quem sofre de fobia social a controlar o medo. São hábitos simples que devem ser colocados em prática diariamente. Por exemplo:

  • evite conviver com pessoas negativas;

  • pense de forma positiva — mentalize que tudo dará certo;

  • evite comparar-se com outras pessoas;

  • faça cursos que estimulem a interação social, como oratória ou teatro;

  • pratique exercícios físicos regularmente;

  • reserve um momento do dia para uma atividade prazerosa;

  • evite o consumo de álcool e não fume;

  • mantenha uma alimentação saudável;

  • fuja da rotina;

  • inclua programas com amigos na sua programação.

Por fim, tenha consciência de que a recuperação é um processo gradual. Algumas pessoas podem necessitar de mais tempo do que as outras. Por isso, o importante é manter uma evolução constante e não perder o foco. A fobia social é uma doença que tem tratamento e pode ser superada. O que define o sucesso da recuperação é a determinação do paciente.

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