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Quem não tem pavor de algo ou de vivenciar alguma situação? O medo é normal e, muitas vezes, até saudável. Sentir medo nos protege. Porém, o sinal de alerta acende quando ele se torna exagerado e fora do controle.

No momento em que isso acontece, surgem as chamadas fobias, e a claustrofobia é uma delas. Saiba tudo sobre esse distúrbio que atinge entre 4 e 5% da população mundial e descubra como ele pode ser tratado!

Fobia de quê?

Existem diferentes fobias. Algumas pessoas não podem nem ver baratas, outras não suportam altura. Já a claustrofobia é o medo exagerado de ambientes fechados. E não precisa ser um local pequeno para que a pessoa entre em uma crise.

Viajar em aviões, usar metrôs e até mesmo passar por um túnel no trânsito também causam esse tipo de reação. Porém, em alguns casos, o pavor é tanto que a pessoa não consegue nem mesmo fechar a porta do próprio quarto.

Quais são as causas?

Uma pessoa pode desenvolver a fobia ainda na infância ou, então, só passar a apresentar sinais desse transtorno na vida adulta. É difícil dizer com precisão qual é a causa, mas sabe-se que alguns fatores de risco podem contribuir para o aparecimento, como, por exemplo:

  • episódios traumáticos vividos ainda na infância, que persistem pela vida adulta;
  • medo exagerado passado de pai para filho. Ou seja, um pai ou uma mãe claustrofóbica pode ter medo de algo e transmitir esse sentimento ao filho;
  • causas emocionais, como cobranças excessivas, desrespeito e negação. São sentimentos que remetem a sensação de sufocamento e ansiedade, e a necessidade de ter mais espaço pode desencadear a fobia;
  • fatores genéticos (discutível, pois há a hipótese da Epigenética), visto que 70% das pessoas que sofrem de claustrofobia possuem familiares com o mesmo problema.

 

A Epigenética é um ramo da Biologia, fundada pelo biólogo molecular Bruce H. Lipton, autor do livro “A Biologia das Crenças”, que demonstra que grande parte de nossos comportamentos e até transtornos podem advir de nossas crenças, ou mais especificamente, de nosso sistema de crenças, através de um aprendizado celular e não simplesmente por uma carga ou dominância genética.

Existe uma outra explicação curiosa: a Memória Genética. Essa tese defende que algumas pessoas são claustrofóbicas em potencial. Por exemplo: antigamente, ficar confinado em uma caverna era sinônimo de morte. Logo, é como se o medo fosse passado de uma pessoa para outra, na mesma árvore genealógica, através da memória celular (das células).

Claustrofobia X Crises de pânico

Tanto a claustrofobia quanto a crise de pânico são transtornos de ansiedade. Mas é preciso diferenciá-las, já que as consequências e os tipos de tratamento para cada condição podem ser são diferentes.

A fobia de ambientes fechados pode desencadear uma crise de pânico. Porém, quem sofre com crises de pânico não tem, necessariamente, medo de locais fechados. Os sintomas físicos podem, sim, ser confundidos. Vamos falar sobre eles logo mais.

Em um ataque de pânico ou crise de ansiedade, o medo parece não ter sido provocado. Em vez disso, ele surge repentinamente. Nesses casos, a pessoa começa a ter fobia dos locais em que teve a crise e passa a evitá-los. Nesse caso acontece o que se chama em PNL (Programação Neurolinguística) de Ancoragem: a âncora é um estímulo neuroassociado, utilizando o mecanismo natural que nossa neurologia tem de associar coisas, fatos, lugares, sensações, etc.

 

Como saber se um simples medo virou fobia?

Segundo os especialistas, quando o problema começa a atrapalhar a vida social é sinal de que algo está errado. Por exemplo: em vez pegar o elevador, quem sofre desse distúrbio acaba subindo vários andares de escada.

O medo também pode impedir uma pessoa de pegar um avião, interferindo na sua decisão de viajar. Em outros casos, até mesmo passar por um exame de saúde, como uma ressonância magnética, pode se tornar algo impossível.

A fobia paralisa. Ao sentir esse medo exagerado, o claustrofóbico passa a ter diversas reações físicas, como, por exemplo:

  • falta de ar;
  • sudorese;
  • taquicardia;
  • tontura;
  • desmaios;
  • náuseas;
  • tremedeira;
  • sensação de asfixia;
  • calor ou calafrios.

Algumas pessoas relatam, ainda, zumbido no ouvido, formigamento e desorientação. O medo de perder o controle ou desmaiar toma conta, levando a um pavor intenso.

E, como se não bastassem os sintomas físicos, quem sofre de claustrofobia passa a se sentir ansioso, impotente e frustrado. Os casos mais graves podem levar ao estresse e até depressão.

Onde buscar tratamento especializado?

Existem graus diferentes de claustrofobia, assim como causas diferentes. Por isso, cada caso deve ser avaliado e receber um tratamento específico. Veja as opções:

  • psicoterapia cognitivo-comportamental: o paciente é exposto à situação que gera pânico diversas e repetidas vezes. O processo é gradual e inicia apenas com o paciente se imaginando em determinada situação. Ao perceber que consegue enfrentar o medo, a pessoa tende a superar o problema;
  • condicionamento contrário: nesse caso, o paciente não é exposto a fobia, mas aprende técnicas de relaxamento específicas para serem colocadas em prática durante uma crise de ansiedade;
  • modelagem: o claustrofóbico é convidado a ver outras pessoas passando por situações em ambientes fechados que lhe causem a sensação fóbica. A ideia é fazer com que o paciente espelhe e adquira confiança para agir da mesma forma nessas situações;
  • hipnose: a hipnoterapia é usada no tratamento de diversos distúrbios e fobias. Se comparada a outras formas de tratamento, tem se demonstrado muito rápida e eficaz. A Hipnose é realizada através de um transe leve/moderado, onde sentimentos, como a coragem são potencializados e a pessoa aprende a usá-los em seu favor. Quando estiver pronto, o paciente é conduzido a se imaginar em situações que lhe causam medo. Ao sentir-se seguro, ele enfrentará de forma mais fácil e controlada essa fobia. Além da dessensibilização de possíveis eventos traumáticos relacionados/associados à claustrofobia. 

Em alguns casos, quando existe um acompanhamento médico, o uso de antidepressivos e calmantes também pode ser associado à terapia para a obtenção de um melhor resultado. Independentemente do tratamento escolhido, é importante que o paciente busque ajuda especializada. Todas as formas de tratamento são realizadas gradualmente, até mesmo a hipnose.

A hipnose tem sido uma das opções mais eficazes de tratamento no Brasil e no mundo, estudada e praticada nas maiores universidades brasileiras, como UNIFESP, USP e UNICAMP.

Não há riscos de a pessoa entrar em transe e não voltar ou de perder o controle da mente. Tudo isso é mito. Durante a sessão, o paciente tem plena consciência do que está ouvindo e falando. Até mesmo crianças podem ser submetidas a esse tipo de tratamento para melhorarem, por exemplo, o desempenho na escola.

Conheça a SIAH

A Sociedade InterAmericana de Hipnose (SIAH) realiza atendimentos com hipnose há mais de sete anos, através de uma metodologia exclusiva, chamada Reprogramação Mental, desenvolvida pelo seu presidente, o psicólogo e Especialista em Medicina Comportamental pela UNIFESP, Valdecy Carneiro. Em apenas 10 sessões, os pacientes  tem conseguido superar diversos transtornos como depressão, obesidade, rinite alérgica, tabagismo, alcoolismo, problemas com a síndrome do pânico e até distúrbios alimentares e sexuais, reprogramando as suas mentes para uma vida melhor.

Após esse apanhado de informações, você viu que a claustrofobia pode deixar de atrapalhar sua vida profissional e pessoal. Portanto, entre em contato com a SIAH e agende uma avaliação gratuita!

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