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Na vida moderna, a atenção com questões psicossomáticas tem crescido cada vez mais — o que é essencial para viabilizar o tratamento de doenças como ansiedade, depressão e outros transtornos associados. Nesse contexto, conhecer os principais sintomas e causas da depressão torna-se fundamental para promover a saúde e o bem-estar das pessoas.

Mas o que é depressão? Quais os sintomas, causas e tipos de tratamento disponíveis? O que você sabe, por exemplo, sobre a hipnoterapia? Para esclarecer suas principais dúvidas, continue lendo este artigo e descubra também as formas de terapia mais eficientes para enfrentar essa doença, assim como os problemas decorrentes dela. Boa leitura!

CONCEITOS E ESTATÍSTICAS ATUAIS

A depressão é um estado de tristeza, um sentimento de angústia e uma dor tão profunda que parece interminável. Em geral, a pessoa não percebe que está doente, pois as características da depressão nem sempre se manifestam claramente.

O desânimo e as inquietações perduram mais que o normal e há uma oscilação entre sentimentos positivos e negativos. Com isso, surgem problemas como insônia, complicações do sistema cardíaco e respiratório, doenças de pele e outros danos fisiológicos que sinalizam alterações no padrão cerebral.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que nos próximos 20 anos a depressão atingirá uma marca exponencial no planeta, superando, inclusive, os casos de neoplasias e doenças cardíacas.

Dados recentes afirmam que 4,4% da população mundial (algo em torno de 308 milhões de pessoas) e 5,8% dos brasileiros (mais de 12 milhões) são acometidos pela doença. O mesmo estudo revela que até março de 2017, o Brasil apresentava o maior índice.

SINTOMAS E SINAIS PREOCUPANTES

Os sinais mais preocupantes da doença são aqueles que comprometem a qualidade de vida no âmbito pessoal, profissional e social. Em geral, situações de estresse e de pressão psicológica podem agravar ou contribuir para o desenvolvimento e/ou retorno de quadros de depressão, cujos tratamentos não apresentaram êxito.

Nesse sentido, fique alerta, pois a presença de três ou quatro dos sintomas abaixo pode indicar sinais de depressão grave. Confira:

  • sentir-se triste, angustiado e deprimido quase todos os dias;
  • evitar convívio e interação social com amigos e familiares;
  • demonstrar falta de estímulo ou de interesse pelas atividades do cotidiano (condição denominada anedonia);
  • ganhar ou perder peso, de forma muito rápida e não intencional;
  • desenvolver insônia ou hipersonia;
  • aparentar desânimo ou fugir do enfrentamento dos problemas;
  • ficar recluso por opção própria;
  • sentir-se culpado ou frustrado por objetivos não alcançados;
  • apresentar dificuldade de concentração e perda de memória recente;
  • demonstrar insatisfação com a realidade e falta de perspectiva futura;
  • falar ou defender ideias suicidas.

ALGUMAS CAUSAS DA DEPRESSÃO

Apesar dos avanços científicos, ainda não existe um padrão definidor para o surgimento da depressão. A doença se manifesta quando um ou mais fatores se complementam. A partir daí, começam a surgir condições físicas e psicológicas simultâneas aos sintomas mais importantes e que são considerados marcadores de diagnóstico. No entanto, as causas mais comuns são:

Herança genética

É preciso ficar mais atento quando há casos de depressão em familiares próximos, pois em 40% dos casos a doença surge por influência genética. Algumas pessoas possuem o gene causador do distúrbio, tornando-se mais suscetíveis ao desenvolvimento dos sintomas. Os outros 60% são atribuídos a fatores externos, conforme veremos mais adiante.

Na maioria dos casos, pode haver uma alteração hormonal na liberação de importantes neurotransmissores, como a serotonina e a noradrenalina. A desregulação dos níveis desses hormônios acarreta uma mudança no padrão funcional do cérebro, comprometendo as funções do sistema límbico, responsável justamente pelo controle das emoções.

Condições de gênero

Questões de gênero também precisam ser consideradas, haja vista que as diferenças na personalidade masculina e feminina podem influenciar no desencadeamento da doença. Fatores como o estilo de vida contemporâneo e pressões familiares ou profissionais tornam a classe feminina mais suscetível à condição depressiva.

Além de as mulheres serem mais emotivas, outro fator que contribui para acentuar essa vulnerabilidade é a depressão pós-parto, cujos casos têm alcançado números mais expressivos nas últimas décadas.

Acidentes e perdas familiares

Uma das causas mais comuns de depressão são os trágicos acidentes que resultam em mutilações, incapacitações físicas ou morte de familiares. A perda de um ente querido leva a uma condição de tristeza profunda e acentua o desenvolvimento de outros problemas de saúde, como a baixa imunidade, insônia, dores de cabeça e outros.

Nesse contexto, problemas financeiros graves e questões afetivas — como o fim de um relacionamento amoroso — também são fatores pontuados como gatilhos para o desenvolvimento de vários sintomas do transtorno.

TRATAMENTOS DISPONÍVEIS

A depressão é uma doença crônica que pode surgir de modo silencioso, assintomático e quase imperceptível. Durante muito tempo, por não haver o conhecimento necessário sobre a doença, quem sofria com o problema não recebia um tratamento adequado.

A maioria dos tratamentos era superficial e não buscava compreender verdadeiramente os sintomas e as causas da depressão. Em contrapartida, hoje existem diversas opções de terapias que ajudam na recuperação dos transtornos físicos e psicológicos causados pela doença. Conheça as mais comuns:

Terapias convencionais

Como o próprio nome indica, consiste nos tratamentos tradicionais em que se utilizam drogas terapêuticas e acompanhamento médico regular. Podem durar anos e nem sempre os pacientes conseguem resultados satisfatórios.

Esse tipo de terapia ocorre individualmente ou por meio de grupos, nos quais o paciente recebe orientação para a prática de exercícios alternativos para reestruturar suas faculdades mentais.

Terapia cognitivo-comportamental

Também conhecida como TCC, a terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem mais específica, cuja finalidade é compreender, identificar e corrigir as formas de pensar. Propõe ainda o melhor controle das emoções e das ações comportamentais, vistas como as principais causas da depressão.

Terapia com hipnose

Essa forma de tratamento tem o objetivo de buscar a razão causadora da depressão e/ou reensinar o indivíduo a ressignificar sua história e comportamentos, neutralizar efeitos depressivos e encontrar o equilíbrio das funções mentais e físicas. Ultimamente, a terapia com hipnose (ou hipnoterapia) tem sido uma das alternativas mais eficazes para vencer a depressão.

Quando aplicada corretamente por profissionais qualificados, a técnica regula a fisiologia cerebral e promove o retorno das funções químicas e hormonais ao estado natural, ou seja, a condição clínica do paciente, em poucas semanas, volta à condição anterior ao desenvolvimento do distúrbio.

Entender as causas da depressão é um passo muito importante para o tratamento. É por isso que a hipnoterapia consegue resultados tão expressivos, proporcionando melhor qualidade de vida a quem escolheu essa alternativa para superar as adversidades e manter acesa a chama da esperança e da continuidade dos projetos de vida.

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