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Fisiologicamente, quando estamos frente a algum perigo, nosso cérebro emite sinais de alerta e libera a adrenalina, substância que prepara o corpo para lutar ou fugir. Nesse sentido, saber identificar a diferença entre fobia e medo é fundamental para que a reação seja limitada de acordo com a situação.

Apesar de ser um recurso de proteção — e até necessário à sobrevivência — o medo em excesso é prejudicial e pode evoluir para uma das doenças mais preocupantes da sociedade moderna: a fobia.

Acompanhe este artigo e saiba as principais diferenças entre fobia e medo e conheça também as melhores alternativas de tratamento para superar esse problema. Boa leitura!

Como saber a diferença entre fobia e medo?

Conceitualmente, os termos até têm significados semelhantes. Entretanto, na prática, as características são bem diferentes: alguma vez na vida, todos sentirão medo. O medo tem certa conotação protetora e faz parte da natureza humana.

Mas quando o medo torna-se aterrorizante, descontrolado e se transforma em algo patológico, ele adquire outra dimensão. Nesse caso, esse medo exagerado é definido como fobia e precisa de tratamento adequado.

Tal condição faz com que o indivíduo canalize toda ansiedade para um medo exagerado que o angustia mediante alguma circunstância, lugar, animal ou objeto que remeta alguma lembrança negativa que o incomode.

Como surgem as fobias?

Muitos estudiosos defendem que é na infância que surge grande parte das fobias, principalmente aquelas relacionadas aos traumas ou originadas de situações pós-traumáticas.

Como as fobias têm relação direta com o estado emocional, a escolha do tratamento correto é fundamental: é possível recuperar a memória positiva por meio da reprogramação mental proposta pela hipnoterapia.

Em linhas gerais, as fobias podem resultar de uma experiência desconfortável em algum lugar, com alguma pessoa ou com bichos peçonhentos. Podem também originar de uma história traumatizante, mesmo que tenha sido apenas contada por algum indivíduo que viveu tal situação angustiante.

Além disso, a fobia pode se desenvolver em decorrência de questões mal resolvidas no passado ou de experiências reais: picadas de aranha, exposição a locais com baratas, quedas de lugares altos, desconforto em elevador parado e outras situações que sinalizam sensações negativas.

Quais as principais características que permitem a identificação das fobias mais comuns?

Reconhecer os tipos de fobias mais presentes entre a sociedade, assim como os caracteres que possibilitam a sua identificação é muito importante para escolher o tratamento mais adequado.

Para auxiliar a compreensão do tema, selecionamos as fobias mais comuns e destacamos também algumas de suas características. Confira!

Fobia social

O fator motivador das fobias sociais são os julgamentos alheios: o indivíduo sofre por antecipação por se preocupar demasiadamente com a opinião dos outros. Isso gera uma insegurança tão grande que deixa a pessoa amedrontada e ansiosa. Assim, ela começa a evitar quaisquer situações em que corra o risco de se expor publicamente.

Essa condição é bastante prejudicial, visto que impede o indivíduo de aproveitar sua vida de maneira plena e pode resultar, ainda, em perdas de oportunidades, seja na vida pessoal, seja no âmbito profissional.

Claustrofobia

Por ser tão comum, a claustrofobia é provavelmente o tipo de fobia que pode ocorrer com mais facilidade. Os episódios de claustrofobia acometem pessoas que têm medo de locais fechados: cavernas, túneis e elevadores podem causar pânico e um pavor exagerado, ainda que não representem perigo algum.

As crises mais evidentes ocorrem em elevadores: o simples fato de demorar abrir a porta já é suficiente para deixar o claustrofóbico angustiado. As mãos começam a suar, as pernas ficam trêmulas e parece que o desespero não terá fim.

Nessas situações, alguns indivíduos sentem até falta de ar e entram em pânico. Diante dos riscos que tais sintomas podem causar à saúde, é preciso mais conscientização sobre a necessidade de tratamento adequado para a claustrofobia.

Glossofobia

O medo de falar em público pode ser causado pela timidez, insegurança ou algum fator associado com experiências ruins ou traumáticas. Indivíduos acometidos por esse problema evitam situações como apresentação de trabalhos escolares, palestras ou tudo o que represente risco de exposição pessoal.

Algumas dicas podem ajudar a superar essa dificuldade: preparar antecipadamente o tema a ser abordado; coordenar a respiração; falar mais devagar; treinar em casa e estudar o suficiente para dominar o assunto são medidas importantes.

Porém, aqueles casos mais graves que sinalizam condições patológicas — e até evoluem para a depressão — podem ser resolvidos, de modo satisfatório, por meio das técnicas de hipnose.

Amaxofobia

Esse termo define o medo de dirigir. Algumas pessoas apresentam muita insegurança quando se deparam com a necessidade de pegar um volante. Ainda que seja mais comum na classe feminina, a amaxofobia também atinge os homens.

Na maioria dos casos, a boa orientação de um condutor mais experiente ou a frequência às aulas de trânsito podem ajudar a superar tais dificuldades. Às vezes, o medo de dirigir pode originar pela falta de conhecimento técnico ou estar relacionado a algum envolvimento em acidentes trágicos.

Quando a amaxofobia resulta de experiências traumáticas e o problema foge ao controle, a melhor alternativa é procurar um especialista em técnicas de hipnose. Essa terapia tem sido elementar para ajustar o equilíbrio emocional e recuperar a segurança necessária para superar a fobia.

É possível superar as fobias por meio das técnicas de hipnose?

Sim. Na atualidade, a hipnoterapia tem sido indicada como uma das melhores alternativas para aliviar os sintomas das fobias e resgatar o bem-estar e a qualidade de vida de quem sofre com esse mal.

As técnicas de hipnose são realizadas de forma segura, não invasiva e sem o uso de medicamentos. Muitos profissionais orientam seus pacientes a se submeterem à hipnoterapia como tratamento complementar à psicoterapia.

Vale destacar que os benefícios da hipnose são percebidos tão logo inicie o tratamento: tanto como primeira indicação ou como coadjuvante psicoterápico, a hipnoterapia garante excelentes resultados na superação de todos os tipos de fobias.

Logo, não basta apenas conhecer a diferença entre fobia e medo. A opção pelo tratamento adequado é muito importante para vencer essa doença e garantir ao paciente uma vida plena e um convívio social harmonioso.

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Agora que você já sabe mais sobre as diferenças entre medo e fobia, agende uma avaliação gratuita com um dos nossos profissionais e saiba como a Hipnoterapia pode te auxiliar a superar esse problema.

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