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O medo pode ter significados diferentes de pessoa para pessoa. Quando vivemos com este sentimento, qualquer atividade pode se tornar muito mais difícil e desgastante.

Sair da nossa zona de conforto, realizar coisas sem a ajuda de outras pessoas ou até simplesmente pensar em algo que remeta a uma experiência do passado, pode trazer lembranças negativas e gerar o medo de viver.

Entenda como identificar o seu medo e confira algumas dicas para você viver com mais qualidade de vida!

Quando sentir medo é normal

O medo é um sentimento presente na natureza de qualquer pessoa, que funciona como um mecanismo de proteção e defesa. Por exemplo, ele funciona como um alerta para agir quando estamos em perigo. Se estamos andando em meio à natureza e um lobo aparece, nosso instinto é de correr para não acabarmos machucados.

Nós também temos medo quando estamos dentro de um avião e ele passa por uma área de turbulência. Sentir medo é algo normal, desde que não atrapalhe a forma de viver de um ser humano. De forma alguma o medo deve ser uma forma de vida e sim algo ocasional.

Um estudo denominado “A Biologia do Medo” mostra que não existe apenas uma única estrutura cerebral para o processamento do medo e que é possível reconhecê-lo em diversas espécies de animais. Ainda, alguns pesquisadores argumentam que o sentimento de medo é uma construção psicológica em vez de algo que pode ser descoberto através de uma investigação científica. 

O medo em excesso

Este sentimento em excesso é algo bastante negativo e que pode prejudicar bastante a vida de uma pessoa. Sentir muito medo, quase que diariamente, impede que um ser viva novas experiências, conquiste novas oportunidades ou se entregue totalmente em sua vida profissional e pessoal.

Acordar sempre com uma sensação de medo ou conviver com o sentimento em uma ou mais áreas da nossa rotina é muito desgastante e merece atenção. Uma pesquisa realizada em 2002 sobre medo e ansiedade afirma que as diferenças individuais nos estilos de vida das pessoas estão diretamente associadas à vulnerabilidade a transtornos mentais.

Estudar essas diferenças pode dar pistas interessantes sobre os mecanismos cerebrais do comportamento emocional. Pessoas que têm certa predisposição genética e influências ambientais também podem determinar alguns medos, como a ansiedade e distúrbios do humor.

Como perder o medo de viver

É possível e necessário se livrar dessa sensação. Para isso, é importante encontrar formas de perder o medo de viver. Se você sentir dificuldades de entender e/ou enfrentar o seu medo, dê uma chance a si mesmo:  busque ajuda. 

Algumas dicas que podem ajudar a fazer a diferença são:

  • identificar o seu medo;

  • buscar formas de enfrentá-lo;

  • ter autoconfiança;

  • fazer uma ação diferente por dia;

  • estar próximo de pessoas positivas.

Veja abaixo como agir com cada uma destas dicas e como elas podem ajudar você a superar traumas e proporcionar uma vida mais leve e feliz.

Identifique o seu medo

Boa parte dos acontecimentos da nossa vida formam memórias dentro da nossa mente. Quando algumas delas não são tão positivas, traumas e sentimentos ruins se manifestam no nosso corpo. Quase sempre o medo é algo totalmente presente dentro do nosso inconsciente; por mais que você tente explicar ou “coisificar” o seu medo, ainda assim é difícil de traduzir o que se sente.

Por isso, quando você começa a olhar o que sente de outra maneira, estando ciente daquilo que pode estar causando o medo, aprender a lidar com ele e até perder o medo fica mais fácil. Vale a pena tirar um tempo para refletir sobre o que gera o medo. Muitas vezes é difícil porque não estamos dispostos a enfrentá-lo.

Porém, perder o medo é um processo e não acontece de um dia para o outro. Muito do que sentimos é irracional e está associado com o que vivemos no passado. Portanto, aceitar o medo é o primeiro passo para superá-lo.

Busque formas de enfrentá-lo

Se perguntar “o que posso fazer para que o medo deixe de existir?” também faz parte do processo de perder o medo de viver. Muitas vezes, o que falta para compreender o nosso medo é buscar informação. É nesta hora que a emoção deve ficar um pouco de lado para dar espaço para a razão.

Outra forma para enfrentar o medo é imaginar a si mesmo sem o sentimento. Já pensou em como seria a sua vida sem impotência e ansiedade? Ao aprender, aceitar e, principalmente, acreditar que isso é possível, muita coisa já começa a mudar. Separe alguns minutos e escreva em um papel quais coisas seria capaz de fazer se o medo não existisse.

Toda pessoa tem ou já teve algum tipo de medo. Conversar com alguém querido pode te ajudar nessa etapa. Pergunte como ela fez para perder o medo de viver e quais dificuldades teve de enfrentar e superar. É muito importante saber que você não está sozinho, então, sempre que possível, compartilhe o que sente e não tenha vergonha disso.

Faça uma ação diferente por dia

Arrisque-se a fazer algo diferente daquilo que você está acostumado. Em vez de seguir sua rotina à risca, vale tentar algo novo, mesmo que seja simples. O que importa é pensar no dia que passou e perceber que você é capaz de sair da sua zona de conforto.

Vale aprender algo novo relacionado à sua área profissional ou até mesmo pessoal, ler um livro novo, escrever… Vai muito daquilo que você tem vontade de fazer, mas acaba deixando de lado porque acha que não consegue. Siga em frente!

Tenha autoconfiança

Confiar em nós mesmos também é um processo. Algumas pessoas têm mais facilidade, mas quando sentimos medo, é mais difícil ter autoconfiança. O próprio medo enfraquece a nossa capacidade de ser forte e continuar.

Mas não se engane: isso tudo vai voltando naturalmente conforme o medo vai ficando para trás. Ao experimentar algo novo a cada dia, a nossa autoconfiança também vai se restabelecendo e perder o medo vai se tornar algo cada vez mais alcançável.

Esteja próximo de pessoas positivas

Você já parou pra refletir sobre as pessoas que convivem à sua volta? Qual o sentimento que fica quando elas vão embora? É curioso como a presença de algumas deixa um ar pesado e outras nos transformam e nos motivam.

Ter pessoas com as quais você pode compartilhar seus anseios sem correr o risco de julgamentos é essencial. Seres negativos acabam por contribuir ainda mais com nossos traumas, medos e anseios. Por isso, preste mais atenção com quem você convive!

Hipnose X eliminar o medo

A hipnose pode auxiliar as pessoas a viver intensamente e superar fobias, sendo uma das melhores alternativas para tratar e controlar episódios de medo e pós-trauma. O hipnoterapeuta conduz o paciente até a um transe hipnótico e o auxilia a acessar a memória traumática ou que gerou o trauma por meio de processos que ampliam a memória.

Esse procedimento faz o corpo relaxar e mantém mente ativa, processando certas informações que auxiliam na recuperação. A Hipnoterapia traz resultados duradouros e potencialmente eficazes na promoção do bem-estar e da qualidade de vida. 

Ficou interessado em saber mais sobre o assunto? Saiba mais sobre os principais tipos de traumas e como tratá-los!

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