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Quando algo muito esperado está prestes a acontecer, não tem como evitar: surge uma inquietação, um frio na barriga e as mãos começam a suar. Ter ansiedade é normal e essa sensação pode atingir qualquer pessoa.

No entanto, em alguns casos, a ansiedade é uma sensação frequente. Além disso, os sintomas se manifestam de uma forma exagerada, a ponto de prejudicar a vida pessoal e profissional.

Você se identifica com essa situação? Se a resposta foi sim, pode ser que esteja sofrendo de transtorno de ansiedade. Quer saber mais sobre o tema? Organizamos um texto com tudo o que você precisa saber sobre a ansiedade, desde as causas aos tipos e principais tratamentos. Confira! 

Quando uma simples ansiedade se torna excessiva?

Sentir-se ansioso é perfeitamente normal. Assim como o medo, a ansiedade é um estado emocional que faz parte da defesa do organismo.

Quando o nosso corpo entra em uma espécie de estado de alerta, tomamos mais cuidado ao atravessar uma rua movimentada. É uma forma de buscar segurança e bem-estar. Porém, o que define a normalidade é o grau em que o sentimento se manifesta em um indivíduo.

Por exemplo, quando uma pessoa tem uma prova importante no dia seguinte, provavelmente vai dormir mais cedo. Afinal, precisa estar com a mente descansada para encarar o teste.

Por outro lado, quem sofre de transtorno de ansiedade pode apresentar sintomas tão intensos a ponto de desistir de realizar a prova. Dificuldade para dormir, bloqueio mental e complicações intestinais são alguns dos exemplos.

Portanto, quando a ansiedade prejudica uma pessoa, ela pode ser considerada excessiva. Normalmente, após viver uma experiência traumática, a pessoa passa a evitar situações semelhantes. A tentativa é de se livrar do medo e a humilhação, porém, esse comportamento pode levar, até mesmo, ao isolamento social. Por isso, é indispensável o acompanhamento psicoterapêutico.

O que é transtorno de ansiedade?

Basicamente, transtorno de ansiedade é um distúrbio de saúde mental. As principais características são ansiedade e medo excessivos, a ponto de interferir na qualidade de vida. Ou seja, uma pessoa com essas características vive preocupada com o futuro. Frequentemente, ela antecipa sofrimentos e angústias de algo que ainda não aconteceu ou que pode nem vir a acontecer.

Apesar de prejudicar a vida pessoal e profissional, a quantidade de pessoas que sofrem com esse transtorno é alarmante. Dados do relatório global da Organização Mundial da Saúde, revelam que os distúrbios relacionados à ansiedade afetam 9,3% dos brasileiros. Ou seja, mais de 18 milhões de pessoas. Os números mostram ainda que esse transtorno supera a depressão, que atinge 5,8% da população.

Quais são os principais tipos de transtornos de ansiedade?

Existem diversos tipos de transtorno de ansiedade, isto é, a doença pode se manifestar de diferentes formas. Para entender melhor, listamos os 11 principais tipos e explicamos rapidamente o que diferencia um do outro.

1. Transtorno de ansiedade generalizada (TAG)

O paciente sofre com preocupações excessivas, uma espécie de estado permanente de angústia. Normalmente, os sintomas são diários e, muitas vezes, nem a própria pessoa sabe identificar o motivo. O TAG leva ao esgotamento mental, irritabilidade, cansaço físico, dificuldade de concentração, tensão muscular e insônia.

2. Transtorno de ansiedade de separação

Este tipo de transtorno é bastante comum na infância e se caracteriza pelo apego excessivo a uma pessoa, por exemplo, a mãe. O paciente sofre e fica apreensivo diante de qualquer situação em que necessite separar-se dessa figura. Também é comum, nesse caso, o medo de perder um dos pais. Pesadelos e choro recorrente são sintomas típicos.

3. Transtorno de pânico

A principal característica deste tipo de transtorno são ataques de pânico que acontecem de forma inesperada e sem uma causa aparente. Geralmente, os sintomas são desorientação, tremores, sudorese, confusão mental e taquicardia. O medo de um novo ataque impede o paciente de sair de casa, prejudicando o convívio social.

4. Transtorno obsessivo compulsivo (TOC)

O TOC, como é chamado, é bastante conhecido pelos atos repetitivos. A pessoa sente-se incapaz de controlar essas compulsões. Um exemplo típico é conferir repetidas vezes se a porta está mesmo fechada. Ao organizar objetos, também há quem precisa obedecer a uma ordem e simetria específica. O que acontece é que o paciente perde muito tempo com esses rituais, comprometendo a sua rotina.

5. Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)

Como o nome sugere, é um transtorno ocasionado por uma experiência traumática. Frequentemente, o paciente é acometido por pesadelos e pensamentos que o fazem reviver a experiência estressante. Tal transtorno, normalmente, leva a pessoa a evitar tudo o que possa ter relação com o fato, impedindo-o de realizar diversas tarefas cotidianas. Geralmente, o TEPT tem início após eventos como sequestros, estupros, desastres, assaltos ou acidentes graves.

6. Transtorno de escoriação

O distúrbio relacionado a escoriação ou dermatilomania, como também é conhecido, representa o ato repetitivo de cutucar, coçar, apertar ou arranhar a própria pele. É uma espécie de tentativa inconsciente de aliviar o estresse.

Porém, o que aparentemente é apenas uma “mania”, torna-se uma obsessão e o paciente não consegue evitar. Normalmente, as pessoas que sofrem desse transtorno podem ocasionar lesões no corpo e, muitas vezes, enfrentar dificuldade de autoaceitação ou exibição.

7. Transtorno de acumulação

Já imaginou não conseguir doar ou jogar nenhum objeto fora, mesmo os quebrados, antigos e sem utilidade? Quem sofre de transtorno de acumulação, passa por isso.

A pessoa possui um apego exagerado pelos seus pertences a ponto de não conseguir se desfazer de nada. O que chama atenção é que, na maioria dos casos, essa resistência não está associada ao valor. Além disso, nos casos mais graves, a pessoa acaba comprometendo diversos cômodos da casa para guardar esses objetos.

8. Transtorno dismórfico corporal

Nesse caso, o problema está relacionado a aparência física. Normalmente, acontece da seguinte forma: a pessoa manifesta uma preocupação exagerada com algo que ela considera um defeito. A partir daí, passa a desenvolver comportamentos repetitivos no sentido de olhar-se no espelho, arrumar-se ou mesmo comparar-se com outras pessoas.

9. Tricotilomania

Esse tipo de transtorno leva uma pessoa a arrancar os próprios cabelos de forma compulsiva e irracional. Alguns, além dos cabelos, também arrancam os pelos das sobrancelhas ou outras áreas do corpo. Esse ato provoca falhas e até a perda definitiva de cabelo, afetando a autoestima e, consequentemente, a vida pessoal e profissional.

10. Mutismo seletivo

Muitas pessoas fazem confusão com uma simples timidez. Isso por que o mutismo seletivo acomete, em geral, as crianças de todas as idades. Normalmente, elas mantem um comportamento normal no ambiente familiar, brincando e conversando.

Porém, em determinadas situações, deixam de se comunicar. Isto é, elas se mantem caladas e introspectivas. Esse tipo de transtorno é comum na infância, mas quando persiste até a vida adulta é diagnosticado como fobia social.

11. Reação aguda ao estresse

Também conhecido como estado de choque, as pessoas que sofrem desse transtorno apresentam reações específicas e momentâneas diante de situação consideradas por elas como ameaçadoras. Nesse momento, elas tendem a fugir da situação e passam a sentir sintomas como taquicardia, sudorese e tremedeira.

Qual é a relação entre transtorno de ansiedade e fobias?

As fobias também são clinicamente classificadas como transtornos de ansiedade. Por que? É simples, pois todas elas possuem uma característica em comum, que é a ansiedade. Fobia é a forma como denominamos uma série de medos específicos, exagerados e irracionais relacionados a um objeto, situação ou local. Para você entender melhor, listamos os principais tipos de fobias e explicamos como funciona cada um deles.

Agorafobia

O medo é do sentimento de incapacidade ou então da possibilidade de ser submetido a uma situação de humilhação diante de muitas pessoas. Por isso, quem sofre dessa fobia não suporta permanecer em locais como um auditório lotado, um show ou simplesmente um ônibus lotado.

Fobia social

Também conhecido como transtorno de ansiedade social, essa fobia está associada ao medo de se relacionar com as pessoas, principalmente as desconhecidas. O fóbico, nesse caso, pode temer qualquer tipo de interação social, mesmo que seja uma consulta médica ou uma conversa superficial em uma sala de espera. É uma espécie de timidez exagerada, em que o paciente teme ser avaliado negativamente.

Glossofobia

A principal característica dessa fobia é o medo de falar em público. A pessoa tende a fugir da situação, pois normalmente fica com a voz tremula, falta de concentração e até bloqueio mental. Normalmente, o sofrimento do glossofóbico começa dias antes de um evento social.

Claustrofobia

É o medo de ficar em um local fechado. A claustrofobia pode trazer sérios prejuízos para a vida pessoal e profissional, já que o paciente não consegue, por exemplo, andar de avião, usar o elevador ou realizar exames, por exemplo, de ressonância magnética.

Aracnofobia

Quem sofre dessa fobia tem um medo irracional e incontrolável de aranhas. Tanto que encontrar uma delas andando por aí pode levar a pessoa a ter uma crise de pânico. A causa normalmente está ligada a uma experiência traumática vivida ainda na infância ou ainda ser um medo que foi passado de pai para filho.

Quais são os sintomas do transtorno de ansiedade?

Como você viu, existem diversos tipos de transtornos de ansiedade, por isso, os sintomas são variados e vão muito além de uma ansiedade excessiva.  Porém, para ajudá-lo a identificar listamos os principais sinais, tanto físicos quanto psicológicos. São indicativos de que uma pessoa provavelmente sofra com esse tipo de distúrbio. Confira!

Dificuldade para dormir

É normal uma pessoa ter dificuldade para dormir antes de uma viagem importante ou uma entrevista de trabalho. Porém, quando isso se torna frequente ou sem uma causa aparente, pode ser um indicativo de transtorno de ansiedade.

Medos excessivos

Você pode ter medo de locais altos, de sangue, de animais ou de uma situação, mas quando esse medo é exagerado, irracional e foge do comum, a ponto de impedi-lo de realizar atividades simples, certamente trata-se de uma fobia.

Tensão muscular

Esse é um sintoma bastante típico da ansiedade. Tencionar os músculos, seja do corpo, dos punhos ou da mandíbula é quase que uma característica constante de pessoas que sofrem de transtorno de ansiedade. Muitas vezes, a pressão que ela exerce é tanta, que pode causar dores e desconfortos.

Problemas intestinais

Sabe-se que o intestino é um órgão bastante afetado por problemas psicológicos. Por isso, quem tem ansiedade excessiva pode sofrer constantemente com náuseas, cólicas, gases, inchaço, diarreia ou constipação.

Preocupação excessiva

Uma das características do transtorno de ansiedade é preocupar-se exageradamente com algumas coisas, sejam elas simples ou complexas. Tarefas do dia a dia, como uma consulta médica, podem trazer medo, angústia e sofrimento para o paciente. Por isso, de uma forma geral, a preocupação é um sentimento que acompanha quem sofre de ansiedade.

Comportamentos compulsivos

Comer excessivamente mesmo sem ter fome, lavar as mãos repetidas vezes mesmo estando limpas ou acreditar que algo de muito ruim vai acontecer a todo momento é bastante comum para quem sofre desse transtorno. Mas como saber quando uma mania é grave e se torna uma compulsão? Todo comportamento que prejudica o cotidiano e a qualidade de vida deve ser relatado a um profissional.

Pensamentos negativos

Em geral, as pessoas que sofrem de algum tipo de transtorno de ansiedade tendem a pensar de forma negativa. Elas acreditam que serão mal avaliadas, que os outros notarão seus defeitos ou que um determinado acontecimento traumático irá se repetir. Elas apresentam uma incapacidade de pensar de forma positiva e esperar bons resultados.

Mudanças de humor repentina

A mudança de humor é um sintoma bastante presente na vida de pacientes que sofrem com ataques de pânico, reação aguda ao estresse ou transtorno pós-traumático. A pessoa está bem, mas de uma hora para outra é acometida por uma crise. Essa mudança acontece, muitas vezes, sem um motivo aparente.

Além dos sintomas citados acima, o transtorno de ansiedade ainda pode causar:

  • cansaço;
  • tremores;
  • tontura;
  • taquicardia;
  • sudorese;
  • calafrios;
  • onda de calor;
  • falta de ar;
  • falta de concentração;
  • desânimo;
  • irritabilidade.

Quais são as causas?

As causas são tão variadas quanto os tipos existentes. Um transtorno de ansiedade por ter uma causa biológica, principalmente no caso das mulheres. As alterações hormonais causadas pela menstruação, menopausa, gravidez ou ainda problemas relacionados a tireoide são alguns exemplos. Acredita-se também que alguns casos tenham ligação com traumas vividos ainda na infância. Assim como genética, que também pode ser a explicação para muitos deles.

Existem ainda as causas externas, que tem relação com problemas como dificuldades financeiras e desemprego. Ou simplesmente pode ser resultado do estilo de vida, principalmente nas grandes cidades, que envolve preocupação, estresse, trânsito, consumo excessivo de álcool, fumo e cafeína.

Portanto, uma pessoa pode nascer com predisposição a algum tipo de transtorno de ansiedade como também desenvolver um distúrbio somente na vida adulta. Cada caso deve ser analisado de forma específica e cuidadosa para se chegar a uma conclusão.

Como é o tratamento?

Dificilmente um paciente conseguirá recuperar-se sozinho, por isso, independentemente do tipo e causa do transtorno de ansiedade, é importante buscar ajuda psicoterapêutica. Depois de se chegar a um diagnóstico preciso, é o momento de dar início ao tratamento. Existem diversas alternativas. Entenda quais são e como funciona cada uma delas.

Psicoterapia

Nesse caso, o profissional, seja ele um psicólogo ou psiquiatra, utiliza-se do diálogo para, junto com o paciente, tentar descobrir a causa do transtorno. O próximo passo é trabalhar a superação desse trauma. Existem diversos tipos de psicoterapias que variam de acordo com cada objetivo. As mais indicadas para o transtorno de ansiedade são:

  • terapia cognitivo-comportamental. O objetivo é modificar a reação emocional do paciente diante de um distúrbio psicológico;
  • terapia analítico-comportamental, isto é, estuda, analisa e trata a relação entre o comportamento do paciente com o ambiente e trabalha com reforços positivos para mudar essas reações;
  • EMDR, ou seja, esse tipo de terapia trabalha com a simulação durante o sono REM. Ela busca superar o trauma reconstruindo as memórias ruins e é bastante eficaz na superação de traumas.

Hipnoterapia

A hipnoterapia tem se revelado um dos tratamentos mais rápidos e eficazes. Principalmente na recuperação de pacientes com depressão e transtornos de ansiedade. Assim como na psicoterapia, a hipnoterapia também busca a origem do problema.

Durante a sessão, o profissional auxilia o paciente a manter a atenção focada. Ao conectar o subconsciente, ele consegue ter a possibilidade de promover a ressignificação de um trauma, superando qualquer tipo de transtorno.

Medicamentos

Dependendo da gravidade do caso, o psiquiatra pode receitar medicamentos para aliviar os sintomas. Por exemplo, os antidepressivos podem ser indicados para aumentar a tolerância ao estresse, regular o humor e evitar a depressão; os ansiolíticos diminuem a ansiedade e a tensão; já os sedativos podem acalmar e aliviar a dor.

Porém, não é recomendável que essa seja a única forma de tratamento. Visto que, amenizar os sintomas não acabará com a causa do problema.

Grupos de apoio

A troca de experiências entre pessoas com os mesmos medos pode ser uma importante ferramenta no entendimento e superação do problema. Assim como o tratamento farmacológico, não deve ser a única forma de tratamento. É importante fazer um acompanhamento individual com um profissional como psiquiatra ou psicólogo.

Como manter a mente saudável?

Além do tratamento, que vai focar diretamente na superação do transtorno de ansiedade, é importante promover mudanças de hábitos para manter o equilíbrio entre o corpo e a mente. Essa é a forma mais eficaz e douradora de prevenção. Por isso, reunimos algumas dicas para tornar o seu dia a dia mais leve e menos estressante. Confira!

Estabeleça limites no trabalho

Planeje sua rotina diária com antecedência, dando prioridade para o que é urgente. Assim você evitará longas jornadas de trabalho. Também é importante respeitar as pausas para fazer refeições e lanches ou simplesmente descansar. Cochilos diários de 15 minutos já suficientes para recarregar as energias. Dessa forma, você conseguirá manter a produtividade, eficiência e focar no que realmente importa.

Evite fumo e álcool

O fumo e bebidas alcóolicas podem até promover a sensação de alívio imediato da ansiedade. Porém, tanto um quanto o outro poderão causar dependência e podem ser fatores agravantes para o transtorno de ansiedade, além de trazerem sérios riscos à saúde.

Mantenha uma alimentação saudável

O corpo precisa de energia para estar disposto. Uma alimentação equilibrada e saudável garante todos os nutrientes e vitaminas necessárias para seu bom funcionamento. Além disso, existem alimentos que contribuem para a formação de neurotransmissores que melhoram o humor, diminuem a ansiedade e previnem a depressão.

Busque meios de relaxamento

Reserve um tempo do sei dia para uma atividade prazerosa e, principalmente, relaxante. Existem diversas opções que podem ajudar a manter o equilíbrio como as terapias holísticas. Entre elas está a ioga, meditação, Reik e acupuntura. Na falta de tempo, técnicas simples como a respiração profunda já ajuda a acalmar o corpo. Ouvir uma música tranquila também pode ser uma ótima terapia.

Pratique esportes ou atividades físicas

Está comprovado que praticar atividades físicas regularmente proporciona diversos benefícios não só para o corpo, mas também para a mente. Pode ser uma simples caminhada, uma corrida, ginástica, dança ou um esporte. Eles ajudam a fortalecer o sistema imunológico, deixando nosso organismo mais resistente a qualquer tipo de doença.

Além disso, promovem uma sensação imediata de prazer e bem-estar, garantem mais disposição para encarar a rotina de trabalho e melhoram o sono. Além disso, são muito eficazes quando o assunto é prevenção da ansiedade e estresse.

Tenha metas e objetivos

É importante traçar metas a longo, mas também a curto prazo. Acredite, elas são capazes de estimular a produção de dopamina no corpo humano. Isto é, um dos hormônios responsáveis pela felicidade.

Por isso, não deixe de ter objetivos, estipular estratégias para alcança-los e comemorar a cada conquista. São hábitos extremamente benéficos para o bem-estar emocional. Portanto, ao sentirmos motivados e realizados, diminuem as chances de desenvolvermos qualquer tipo de transtorno de ansiedade. Não é bacana?

Se você gostou desse texto e quer continuar lendo sobre formas de tratamento para o transtorno de ansiedade, sugerimos o post Hipnose na prática: um guia com tudo o que você precisa saber. Está completo, dinâmico e interessante! 

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Se você sofre com algum transtorno de ansiedade, agende uma avaliação gratuita com um dos nossos profissionais preenchendo o formulário abaixo e saiba como a Hipnoterapia pode te auxiliar a superar esse problema.

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